A dor não dói.
O que dói é pensar nela.
15.8.06
12.8.06
Simplesmente Maria...

Nasceu num dia 15 de Setembro, quando o século XX tinha pouco mais do que a maioridade.
Em Coimbra, foi filha, mulher, mãe, avó... mas acima de tudo, tricana.
Foi menina e moça na Cerca de S. Bernardo.
Lavou roupa no Mondego e dançou em rancho pelas ruas da Baixa.
Mulher de força, ternura, coragem e coração, hoje descansa.
Fez uma pausa no tempo e espreita o passado como se estivesse à janela.
Canta-me os versos de menina, fala-me de coisas que estão ali e que nunca cheguei a conhecer.
Alheia à tecnologia do CD, está ali sentada a ouvir canções de antigamente como se estivesse numa serenata na Sé Velha.
Bate palmas, dança e canta.... Como se não houvesse amanhã.
E eu pergunto-me, haverá?
A minha avó, tal como a minha Coimbra, tem mais encanto na hora da despedida.

Nasceu num dia 15 de Setembro, quando o século XX tinha pouco mais do que a maioridade.
Em Coimbra, foi filha, mulher, mãe, avó... mas acima de tudo, tricana.
Foi menina e moça na Cerca de S. Bernardo.
Lavou roupa no Mondego e dançou em rancho pelas ruas da Baixa.
Mulher de força, ternura, coragem e coração, hoje descansa.
Fez uma pausa no tempo e espreita o passado como se estivesse à janela.
Canta-me os versos de menina, fala-me de coisas que estão ali e que nunca cheguei a conhecer.
Alheia à tecnologia do CD, está ali sentada a ouvir canções de antigamente como se estivesse numa serenata na Sé Velha.
Bate palmas, dança e canta.... Como se não houvesse amanhã.
E eu pergunto-me, haverá?
A minha avó, tal como a minha Coimbra, tem mais encanto na hora da despedida.
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