
Quando menos esperas, atiram-te às feras
E sem saberes como acordam-te o sono
Nem queres acreditar que te estão a matar
Que depois de tudo, deixaram-te mudo
Abre esses olhos, cuidado, cuidado!
Até o presente amanhã é passado
É tudo tão frágil, se estás distraído
É que mesmo enorme, és tão relativo.
Quando menos contas, tens as malas prontas
E sem dares por ela, fecham-te a janela
As portas da vida são só de saída
E depois de tanto, perdes o encanto