11.9.08

RELATIVO




Quando menos esperas, atiram-te às feras

E sem saberes como acordam-te o sono

Nem queres acreditar que te estão a matar

Que depois de tudo, deixaram-te mudo


Abre esses olhos, cuidado, cuidado!

Até o presente amanhã é passado

É tudo tão frágil, se estás distraído

É que mesmo enorme, és tão relativo.


Quando menos contas, tens as malas prontas

E sem dares por ela, fecham-te a janela

As portas da vida são só de saída

E depois de tanto, perdes o encanto